Vou contar-lhes uma história da Carochinha: "Era uma vez... Uma garota que tinha apenas 15 anos quando aprendeu a voar. Antes possuía somente um par de asas inocentes, imáculas, que tentavam levantar vôo, mas não possuiam resistência suficiente, não sabiam como ordenar as passadas das asas e atravessar o vento. Atingiu a mocidade, aprendeu a usar seu par alado. Porém, em um dos seus primeiros vôos, esbarrou em um outro anjo, misterioso, inseguro, inconstante, que quebrou uma parte de sua asa esquerda e levou consigo. A vida daquela anja recém quebrada nunca foi a mesma, ela se tornara incrédula na magia da realidade. Ela desaprendeu a voar, a amar e a acreditar que podia ser diferente. O ladrão nunca devolvera sua asa. Ele nem se importa. Ela nunca voltará a voar como tal fazia. Decidiu, então, escrever!"

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Indagações sem respostas


Se um dia eu tentasse pular da ponte, você sentiria minha falta? Se eu fosse embora, você me pediria para voltar? Se eu me despedisse, você me pediria para ficar mais um pouco? Se eu chorasse na tua frente, você limparia minhas lágrimas? Se eu dissesse que te amo, você iria repeti-lo olhando em meus olhos? Se eu te pedisse para sorrir, você sorriria só pra me satisfazer? Se eu te pedisse pra te ver, você largaria tudo e viria ao meu encontro? Se eu te pedisse um abraço, você me abraçaria até a eternidade? Não sei. Mas, também, não quero fazer de NÓS, algumas indagações sem respostas. Estando com você, mesmo longe, mesmo em silêncio, mesmo sem toque, faz acreditar que tudo valeu à pena!

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